Na verdade não sabia
que há mistério naquilo que escrevo.
Pensamentos me fluem
tão fáceis, tão claros
feito água de rio em seu leito.
Se os vês escuros como a noite africana
devo perguntar-me...
se ao clarão dessa lua que hoje vês
poderias enxergar
o dia que, quando escrevo, me envolve
e me encanta?
a fala, puro lirismo...nua,
ou a paz que minha palavra canta?
De verdade nunca soube
forjar nas falas esconderijos
velar nas sombras
meu olhar sobre você
ou sobre o mundo.
pois a cada vez
me descubro
e descubro
como é simples tudo
como tudo reluz
Lúcia Couto
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
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