Não somos borboletas...
é bem verdade!
Mesmo assim o poder de liberdade
que nos acomete
quando conquistamos
as cores e dores da idade
nos permite leves amores,
distantes de ranços ...
de ordens e feitores
Amores feitos de lealdade
menos para consigo
muito mais para com o outro
Amores relapsos, descontraidos
feitos, refeitos
nos leitos da saudade.
Amores per- feitos apenas...e apenas
no deleite do bem-querer
na boa energia de viver!
Lúcia Couto
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
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